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Introdução
Naquele 12 de julho de
1936, a cidade de São Paulo já considerada como sendo o maior Parque Industrial da América
Latina acordou com uma atmosfera diferente.
Todos estavam ansiosos
com o grande acontecimento do dia, o Primeiro GP de São Paulo de automobilismo,
que seria realizado nas ruas e avenidas dos Jardins, tendo como pista principal
a Avenida Brasil.
Não
seria a primeira corrida em São Paulo porém a mais importante já realizada,
pois teria a presença de grandes pilotos internacionais, como Carlo Pintacuda e
Attilio Marinoni, trazendo suas alfas da equipe de Enzo Ferrari. Os brasileiros
tinham dois ídolos que iriam medir forças com os grandes pilotos estrangeiros, Chico Landi e o barão Manuel de
Teffe.
A maior atração
desta corrida estava na presença de uma piloto, a francesa Helle-Nice, loura,
bonita, 36 anos, a qual causou polemica e admiração, com suas atitudes
liberais e sua condição de piloto enfrentando os maiores nomes do
automobilismo da época.
São Paulo parou para
assistir a corrida, milhares de pessoas se espremiam em torno do circuito
improvisado, tendo como única separação do publico para a pista fardos de
feno. O tamanho do publico presente era mais uma demonstração do amor que a
população paulistana tinha por automóveis e suas corridas.
Dada à largada o
piloto Carlo Pintacuda disparou na frente, seguido do companheiro de equipe
Attilio Marinoni, confirmando o favoritismo da equipe italiana. Esta situação
continuou até o final com os italianos chegando em primeiro e segundo lugares,
mas a disputa mais espetacular era pelo terceiro lugar entre o brasileiro Barão
de Teffe e a francesa Helle-Nice. O Barão em terceiro lugar estava sendo
pressionado pela francesa a varias voltas, mas mantinha a posição. Ao final da
última volta a francesa na entrada da reta emparelhou com o Barão a fim de ultrapassá-lo, mas ambos se tocaram e o carro da piloto francesa Helle-Nice
desgovernado acidentou-se. O saldo do acidente foi a internação da piloto
Helle- Nice
em
estado grave,
quatro mortos e trinta e sete gravemente feridos, sendo a maioria
pisoteada no
tumulto que se seguiu ao acidente.
A cidade estava em
estado de choque, a população consternada, as autoridades preocupadas e o
futuro das corridas seriamente ameaçado.
Estava comprovado que
os circuitos de rua não ofereciam as condições mínimas de segurança e os
promotores e aficionados pelas corridas estavam com um grande problema a ser
resolvido.
A
resposta deste problema estava há vinte quilômetros do local do acidente.
O
EMPREENDEDOR
A empresa Auto
–Estradas S/A, de propriedade do eng. Britânico Luiz Romero Sanson,
iniciou em 1926, um novo projeto imobiliário chamado bairro Balneário Satélite
da Capital, localizado em uma área distante entre os lagos das represas Billings e
Guarapiranga. O empresário Sanson era um homen com o ritmo da
cidade que escolheu para morar, empreendedor e dinâmico, foi responsável
por várias obras na capital, como a primeira estrada de concreto
denominada Auto –Estrada Washington Luis (a atual Av. Washington Luis) e
outras.
Neste novo
empreendimento o eng. Sanson já planejava várias benfeitorias para alavancar a venda de terrenos do novo empreendimento.
Seus planos eram
ousados e entre eles estava a construção de um autódromo. Suas idéias
não paravam ai, pois dentro da área do novo autódromo ele planejava
instalar quadras, lagos para a prática náutica e um estádio com pista de
atletismo. A crise da economia mundial o impediu de continuar com todos os
planos, mas o autódromo estava a caminho.
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O NOME
E O MITO
Para a construção
do autódromo Sanson escolheu um terreno que nas palavras de moradores da época
era “enorme buraco”, mas que como veremos foi sabiamente escolhido. O
formato permitia que a visão do público fosse privilegiada e que o traçado
aproveitasse naturalmente sua geografia para permitir subidas e descidas. Sanson estudou vários autódromos para desenhar o traçado
(Brooklands-
Inglaterra,Indianápolis-EUA, Trípoli-Italia) e utilizando sua experiência de
construtor de estradas criou um traçado considerado mundialmente como um dos
melhores.
Ao final das obras, o
circuito tinha um traçado de 7.823 metros de extensão, curvas de alta e baixa velocidade
e retas longas formando um conjunto que viraria a síntese de
um traçado perfeito.
Por sugestão do
arquiteto francês Alfred Agache que havia sido contratado para desenvolver o
loteamento, o nome do empreendimento deveria ser mudado, sugerindo duas
alternativas, a saber, Intralagos ou Interlagos.
A
decisão coube a filha do eng. Sanson, Jean Romero Sanson, que em uma visita com
o pai escolheu o nome, INTERLAGOS, o mito agora tem nome.

INAUGURAÇÃO
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A
construção do autódromo foi cercada de grande expectativa. Em abril de 1939,
no autódromo em obras, um grupo de pilotos liderado por Manoel de Teffé, deu
as primeiras voltas na pista. A população paulistana ainda teve que esperar
mais um ano para a grande inauguração, adiada em duas ocasiões no mês de
novembro daquele ano.
Finalmente, no dia 12 de maio de 1940, o espaço abre oficialmente suas portas.
Cerca de 15 mil pessoas assistiram ao Grande Prêmio São Paulo, cujo vencedor,
o piloto Arthur Nascimento Júnior, percorreu as 25 voltas da prova em 1 hora,
46 minutos e 44 segundos. Ele pilotava uma Alfa Romeo 3.500 cc. O segundo
colocado foi Francisco Landi (Chico Landi), com um Maserati 3.000 cc; Geraldo
Avelar, com outra Alfa Romeo, chegou em terceiro.
Sendo que 17 não
conseguiram se classificar (não fizeram o tempo mínimo de 5min30seg para uma
volta completa)
Conta o Barão
Wilson Fittipaldi, um dos maiores nomes do automobilismo brasileiro, que
"naquele
final dos anos trinta, ir a Interlagos era uma novela . Pagava-se pedágio
de mil e poucos réis para passar sobre uma ponte limítrofe a pista,
porque a estrada de acesso ao autódromo cortava um loteamento pertencente
a companhia Auto-Estradas, construtora do circuito”.
Na corrida de
motos o vencedor foi Hans Havache pilotando uma BMW.
Interlagos era
uma realidade, o automobilismo nacional nunca mais seria o mesmo.
1940 A
1950
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A partir de 1943,
com a segunda guerra em andamento, o governo brasileiro suspendeu todas as
corridas automobilísticas no Brasil devido ao racionamento de combustível.
Com essa resolução os carros foram adaptados para utilizar gasogênio e
durante dois anos Interlagos foi palco de diversas corridas com carros
movidos por esse combustível.
Em 1946 as
corridas voltaram a utilizar gasolina como combustível tendo sempre
Interlagos como palco principal.
Em 1947 foi
disputada a primeira prova Internacional de Carros Grand Prix (percussores
dos Fórmula 1). Nesta prova varias equipes européias estiveram presentes
e seu ganhador foi o piloto italiano Achille Varzi da equipe Alfa-Romeo e
com Chico Landi em segundo lugar.
Nesta
corrida foi registrado o primeiro acidente fatal em Interlagos, quando com
o estouro de um pneu o italiano Villoresi perdeu o controle de sua
Maserati e feriu vários espectadores com a morte de um deles. O problema
do público assistindo as corridas ao lado da pista em Interlagos só
seria
resolvido com a fase moderna da pista na década de 70.´

1950
A 1960
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Em
1951 Interlagos foi palco da primeira corrida de longa duração “as 24
horas de Interlagos”.
Interlagos já
era uma realidade, seu traçado elogiado e reconhecido internacionalmente
como um dos melhores do mundo. Os paulistanos se acostumaram a ir a
Interlagos seja para assistir corridas ou mesmo para passear.
O Brasil estava
mudando e, a partir de 1952, o Presidente Getulio Vargas instituiu o “Plano
Nacional de Estimulo a Produção de Autopeças e a Implantação
Gradativa da Indústria Automobilística no Brasil”. Esta medida
acelerou a nacionalização dos automóveis montados no Brasil e criou
condições para a entrada de novas montadoras.
Interlagos seria
fundamental para o processo de desenvolvimento de peças e veículos como
mostra o centro de pesquisas da DKW, que estipulava o seguinte cálculo,
a saber, 16 para 1, ou seja, a cada mil quilômetros rodados em Interlagos em ritmo
de corrida equivalia a 16 mil quilômetros em testes na rua!
Em
1954 a
empresa Auto-Estradas S/A vendeu o autódromo para
a Prefeitura de São Paulo, que organizou , no mesmo ano, o Grande Premio IV
Centenário da Cidade de São Paulo. Em uma corrida emocionante com a
participação de vários pilotos estrangeiros e grandes publico embaixo
de muita chuva o vencedor foi o suíço Emmanuel de Graffenried pilotando
um maserati.
As
provas se sucediam sempre com grande sucesso e o automobilismo nacional se
desenvolvia constantemente.

MIL
MILHAS BRASILEIRAS
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Em 1956 foi
promovida as primeiras mil milhas brasileiras, que se tornou um
marco no automobilismo brasileiro. Organizada pela dupla Eloy Gagliano e
Wilson Fittipaldi em moldes profissionais com apoio da mídia e de
patrocinadores esta corrida obteve o envolvimento das empresas de autopeças
e montadoras transformando o perfil de nosso automobilismo.
Em sua primeira
edição, realizada nos dias 24 e 25 de novembro de 1956, 31 carros
largaram para o delírio de mais de 30 mil pessoas que assitiam a prova. A
vitória foi da dupla Catharino Andreatta e Breno Fornari pilotando uma
carretera Ford. A corrida foi um sucesso de publico e critica, transformando as Mil Milhas Brasileiras na mais tradicional corrida do
Brasil, com não poderia deixar de ser seu palco sempre foi Interlagos
(somente duas edições foram feitas em outras pistas).
O Brasil tinha
um novo Presidente, Juscelino Kubitschek, que aumentou o esforço político
para uma nova fase de industrialização com a criação do GEIA – Grupo
Executivo da Indústria Automobilística.
Assim, o
automobilismo entra em nova fase que só poderia ter como palco o Autódromo
de Interlagos.
1960
A 1970
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A nova fase do
automobilismo brasileiro, neste período, foi representado pelas equipes das
fábricas, DKW-VEMAG, WILLYS, SIMCA e das equipes privadas como a DACON a
JOLLY e a FITTI.
Interlagos era
ainda o único autódromo brasileiro e toda a indústria automobilística, com
exceção da FNM no Rio de Janeiro, ficava em São Paulo, portanto Interlagos
era a casa de nosso automobilismo.
Desde sua
inauguração, Interlagos estava incompleto, pois faltavam arquibancadas,
banheiros, instalações elétricas e infra-estrutura básica.
A pista com mais
de 20 anos pedia recapeamento e cuidados de drenagem e topografia.
Interlagos não contava com áreas de escape, a pista terminava no
barranco!
A partir de 1966
a crise econômica atingiu as montadoras e todas as equipes de fábrica
foram fechadas causando uma diminuição das corridas no Brasil.
Interlagos foi
fechado para reformas no final de 1967, sendo reaberto em 1 de março
de 1970.
1970 A
1980
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Foi só em 1969 que aconteceu a primeira grande reforma do espaço. Na
reinauguração, em 29 de fevereiro de 1970, foi realizada uma prova do
campeonato internacional de Fórmula Ford, vencida pelo jovem Emerson
Fittipaldi, que estava em início de carreira.
Em
1971, Interlagos passou por nova reforma para abrigar no ano seguinte, pela
primeira vez, um GP de Fórmula 1. O espaço ganhou guias, sarjetas, galerias
para águas pluviais, alambrados nas áreas dos boxes, lavadeiras na pista, túnel
para acesso ao interior do circuito e um edifício de quatro andares com dependências
para rádio, televisão e tribuna de honra.
Após 30 anos
Interlagos se completa voltando ao automobilismo brasileiro para viver o
momento de maior gloria do esporte no Brasil.
O
talento do piloto brasileiro passava a ser conhecido fora do Brasil, uma
vez que
Emerson Fittipaldi consagrou-se campeão da Fórmula Ford e Fórmula 3 em 1969,
estreando em 1970 na Fórmula 1, ganhando seu primeiro título mundial
na categoria em 1972.
Neste mesmo ano
Interlagos viveria o seu apogeu, pois receberia pela primeira vez a
Fórmula 1 em uma corrida extra campeonato para homologar a pista para que nas
próximas temporadas fizesse parte oficial do circuito da Fórmula 1.
Nesta corrida o
publico lotou Interlagos torcendo pelos pilotos brasileiros Emerson
Fittipaldi na Lótus, Wilson Fittipaldi JR na Brabham, Jose Carlos Pacce
na Willians e Luiz Pereira Bueno na March, contudo em decorrência de ser esta uma corrida
extra campeonato não vieram todas as equipes que faziam parte do
campeonato, pelo que largaram ao todo treze carros no primeiro GP de Fórmula 1 de
Interlagos. A corrida foi ganha pelo argentino Carlos Reutemann guiando um
Brabham – Ford. Interlagos foi aprovado e, a partir 1973 faria parte do
calendário da Fórmula 1, razão pela qual seu traçado passaria a fazer parte das
histórias da principal categoria do automobilismo internacional.
No automobilismo interno Interlagos viu nascer às novas
categorias que estavam renovando nosso automobilismo, quais sejam, Divisão 3,
Divisão
4, Fórmula Ford, Fórmula V, Fórmula Super V e Stock-car .
Interlagos
sediou o GP Brasil de F1 de 1973 até 1977, sendo que em 1978 o GP foi disputado em
Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Em 1979 e 1980 o GP voltou para Interlagos.

1980
A 1990
A partir de 1981
o GP Brasil de F1 passa a ser realizado em Jacarepaguá, Rio de Janeiro, voltando
a ser realizado em Interlagos em 1990.
Durante esta década
Interlagos foi utilizado por todas as categorias nacionais cumprindo seu papel
de celeiro do automobilismo brasileiro, no principal centro que é São Paulo
Outra
grande contribuição do Autódromo foi o desenvolvimento de atividades econômicas
em seu entorno, pois durante os anos 70 e 80 toda a região teve um incremento em
atividades voltadas para o automobilismo que estão presentes até os dias
atuais.

1990-
O RENASCIMENTO DO MITO
A
Fórmula 1 havia mudado completamente a alta tecnologia, os interesses
comerciais e de mídia tinham transformado a categoria em uma atração mundial.
Interlagos não havia mudado, seu traçado de mais de 7 quilômetros, seu
asfalto irregular suas pequenas áreas de escape e suas curvas velocíssimas não
mais combinavam com a moderna Fórmula 1.
Em 1989 a
Prefeitura
da Cidade de São Paulo com o apoio da Confederação Brasileira de
Automobilismo iniciaram tratativas para trazer de volta a Interlagos o GP Brasil
de F1.
Iniciou-se uma grande
e polêmica reforma que mudaria completamente o traçado de Interlagos. Esta
reforma visava adequar o autódromo a realidade da Fórmula 1, tais como, pista menor,
mais segurança, mais comodidade para o público e acima de tudo mais facilidade
para as transmissões de tv para o mundo todo. As
primeiras alterações propostas para a pista a deixaria com 4800 m de
comprimento e a possibilidade de se utilizar o antigo traçado para outras
categorias, dessa forma, preservando o que Interlagos tinha de melhor.
Mas esse desenho
proposto por Francisco Rosa, engenheiro, admistrador do autódromo e um nome
histórico do automobilismo brasileiro, não foi aceito pelos dirigentes da
FOCA que controlavam os interesses da F1.
A opção foi um traçado
menor que inviabilizava uma possível utilização do circuito antigo. Esta versão
prevaleceu e posteriormente teve uma alteração feita a pedido do piloto Airton
Senna, já campeão do mundo e que ficou conhecido como ‘S’do Senna e ficou
imortalizado como os antigos nomes das curvas do antigo traçado.
Estas reformas
revitalizaram Interlagos que passou a ter 4.309 metros de extensão. Foram construídos
23 novos boxes, sala de imprensa, torre de cronometragem e centro médico, sob a
orientação do arquiteto Carlos Roberto Montagner.
A F1 continua em
Interlagos, assim como todas as categorias nacionais, sua historia continua sendo
escrita com esforço e dedicação de gerações que construíram a fama do
automobilismo brasileiro tendo Interlagos como seu palco principal.
CURVAS DE INTERLAGOS
Uma
das características marcantes de Interlagos são os nomes dados as curvas
do traçado, essa tradição era maior no circuito antigo mas manteve-se
no novo, inclusive com algumas novas contribuições. Difícil é saber o
que é realidade e o que é o mito, mas isso faz parte de lugares mágicos
como Interlagos.
Curvas
1 e 2 – Estas curvas do traçado original ficaram com sua identificação
por números , mas dizia-se que ela separava os meninos dos homens , pois
os homens contornavam a 1 e 2 de `` pé embaixo ``, ainda mais sabendo-se
que nas áreas de escape das curvas haviam enormes eucaliptos que
literalmente abraçavam os carros que saiam da pista.
Curva
3 – Curva de alta velocidade que determinava o ritmo da 1º parte do
miolo de Interlagos.
Curva
do sol – passou a ter esse nome pois toda vez que se entrava nela o
sol atrapalhava a visão do piloto . Não podemos esquecer que esta situação
ocorria no circuito antigo, já que naquela época a curva era feita em
outro sentido.
Curva
do Sargento- Conta-se que após uma corrida um sargento da força pública
que fazia o policiamento do evento, entusiasmado com a corrida entrou com
sua viatura para andar na pista , mas ao chegar nesta curva rodou
tentou de novo e... rodou, assim foi batizada mais uma curva em
Interlagos.
Curva
do laranja- Nunca houve nenhum pé de laranja nesta curva , seu nome
vem da dificuldade em faze-la, já que não se tem visão total da
curva , e os pilotos inexperientes ou laranjas, sempre erravam sua tangência.
Curva
da ferradura – Seu formato é muito parecido com o de uma ferradura.
Curva
do pinheirinho- Havia um
pinheiro que se localizava na área de escape da curva, e que sempre era
``acertado`` pelos carros que saíam da pista.
Curva
bico de pato- Neste caso a explicação é
a semelhança da curva com o bico de um pato.
Curva
da junção- No antigo traçado esta curva ligava o circuito externo
ao miolo da pista, atualmente é a junção da parte mista da pista com a
subida dos boxes.
Curva
S do Senna- Durante a reforma que mudou completamente o traçado de
Interlagos, o piloto Airton
Senna propôs que fosse feito um S ligando a reta dos boxes à curva do sol,
melhorando o traçado que estava proposto.
Vencedores
da Fórmula 1 em Interlagos
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| 2005
Juan Pablo Montoya |
| 2004
Juan Pablo Montoya |
| 2003
Giancarlo Fisichella |
| 2002
Michael Schumacher |
| 2001
David Coulthard |
| 2000
Michael Schumacher |
| 1999
Mika Hakkinen |
| 1998
Mika Hakkinen |
| 1997
Jacques Villeneuve |
| 1996
Damon Hill |
| 1995
Michael Schumacher |
| 1994
Michael Schumacher |
| 1993
Ayrton Senna |
| 1992
Nigel Mansell |
| 1991
Ayrton Senna |
| 1990
Alain Prost |
| 1980
Reneé Arnoux |
| 1979
Jacques Laffite |
| 1977
Carlos Reutemann |
| 1976
Niki Lauda |
| 1975
José Carlos Pace |
| 1974
Emerson Fittipaldi |
| 1973
Emerson Fittipaldi |
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2004 Guto
Negrão/Xandy Negrão (Audi)
2003 Pedro Gomes/Paulo Gomes/Alcides Diniz (Mercedes-Benz)
2002 Max Wilson/Paulo Bonifácio/Dener Pires (Porsche)
2001 Flavio Andrade/Ruyter Pacheco (Protótipo BMW)
2000 Flavio Andrade/Ruyter Pacheco (Protótipo BMW)
1999 José Ney Fonseca/Antonio Chambel Filho (Prototipo Aldee)
1997 André Lara Resende/Antonio Hermann (Porsche)
1982 Luiz Alberto Pereira/Nabil Khodair (Porsche)
1974 Tite Catapani (Maverik)
1973 Bird Clemente/Nilson Clemente (Maverik)
1972 Reinhold Jost (Porsche)
1971 Luiz Pereira Bueno (Porsche)
1970 Luiz Pereira Bueno (Protótipo Binno Corsel)
1967 Totó Porto (Fórmula V)
1966 Luiz Pereira Bueno (Alpine Willys)
1965 Jaime Silva (Simca/Abarth)
1964 J. Fernandes Martins (Simca/Abarth)
1963 Roberto Galucci (Maseratti/Corvette)
1962 Roberto Galucci (Ferrari/Corvette)
1961 Celso Lara Barberis (Maseratti/Corvette)
1959 Celso Lara Barberis (Maseratti)
1958 Fritz Dorei (Ferrari/Corvette)
1957 Celso Lara Barberis (Maseratti/Corvette)
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